
Figueira da Foz, Coimbra, 20 jun (Lusa) – A Procuradora Geral Adjunta e diretora do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, Maria José Morgado, recusou hoje que a investigação do Ministério Público tenha em conta ´timings’ políticos, como a realização de eleições.
Questionada pelos jornalistas sobre se o Ministério Público (MP) enquanto investiga deve ter em conta ‘timings’ políticos, por exemplo para deduzir uma acusação, fazer um despacho de arquivamento ou ordenar buscas, Maria José Morgado afirmou que isso “nunca, nunca” deve suceder.
“Se o processo for sólido, o processo fala por si”, afirmou a magistrada, à margem das Jornadas sobre a Corrupção, que terminaram hoje na Figueira da Foz.



