
Redação, 06 out (Lusa) — O economista-chefe do FMI, Maurice Obstfeld, admitiu que a integração de refugiados sírios no mercado de trabalho na União Europeia “será um desafio” que “levará o seu tempo”, mas que poderá ser positiva para o crescimento económico europeu.
“Em todos os países será um desafio integrar estes novos fluxos no mercado de trabalho. Vai levar o seu tempo, mas eventualmente vai ser positivo para o crescimento económico europeu”, afirmou Maurice Obstfeld quando questionado sobre os impactos da entrada de milhares de refugiados na economia da União Europeia.
O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) falava na conferência de imprensa sobre a edição de outubro do ‘World Economic Outlook’ (relatório bianual que apresenta as principais estimativas do Fundo para as economias mundiais), que decorreu no Peru e foi transmitida ‘online’.
