IA no dia a dia: Estudo do Insituto Angus Reid mostra receios generalizados

IA NO DIA A DIA ESTUDO ANGUS REID MOSTRA RECEIOS GENERALIZADOS Website: IA no dia a dia: Estudo do Insituto Angus Reid mostra receios generalizados GRAFISMO 1 USO DA IA 31% ACREDITAM QUE TECNOLOGIA TRAZ BENEFÍCIOS GRAFISMO 2 USO DA IA 86% ACREDITAM QUE TECNOLOGIA TRAZ PERDAS GRAFISMO 3 USO DA IA 95% TEMEM AUMENTO DA DESINFORMAÇÃO GRAFISMO 4 USO DA IA 78% TEMEM ELEVADO CONSUMO ENERGÉTICO GRAFISMO 5 USO DA IA 71% UTILIZAM O ChatGPT GRAFISMO 6 USO DA IA 40% UTILIZAM O GEMINI DO GOOGLE GRAFISMO 7 USO DA IA 11% SÃO OTIMISTAS EM RELAÇÃO AOS RISCOS E OPORTUNIDADES GRAFISMO 8 USO DA IA 32% SÃO CAUTELOSOS EM RELAÇÃO AOS RISCOS E OPORTUNIDADES GRAFISMO9 USO DA IA 23% SÃO CRÍTICOS EM RELAÇÃO AOS RISCOS E OPORTUNIDADES Num estudo recente do Angus Reid Institute, verifica-se que a inteligência artificial já faz parte do dia a dia de muitos, embora o receio quanto às suas consequências se generalize. Os dados revelam divergências profundas entre entusiasmo e apreensão. VO Quase oito em cada 10 canadianos consideram que a inteligência artificial (IA) vai ampliar a desigualdade: os que dominam a tecnologia poderão prosperar, enquanto outros ficam para trás. GRAFISMO 1 Apenas 31% pensam que a IA trará benefícios para todos. GRAFISMO 2 Por outro lado, a esmagadora maioria, 86%, antevê perdas de postos de trabalho. As preocupações não se ficam por aí.GRAFISMO 3 95% dos inquiridos temem que a IA alimente a desinformação e GRAFISMO 4 78% alertam para o elevado consumo energético desta tecnologia. Quanto ao uso pessoal, os mais abastados tendem a recorrer mais frequentemente à IA. 39% daqueles com rendimentos superiores a 100 mil dólares declaram utilizá-la várias vezes por semana, em contraste com apenas 24% nos escalões mais baixos. No que toca a plataformas,GRAFISMO 5 o ChatGPT domina: 71% dos utilizadores admitem recorrer à ferramenta, enquanto apenas GRAFISMO 6 40% usam o Gemini do Google. As aplicações pessoais variam bastante: saúde e bem-estar, planeamento de refeições, viagens ou investigação de compras estão entre as mais comuns, e os hábitos diferem conforme a idade e género. Quando se questiona sobre confiança, há entusiasmo moderado: muitos confiam em IA para tarefas simples ou planeamento, mas desconfiam quando se trata de temas como saúde ou notícias, sobretudo relativamente aos riscos de fiabilidade. Por fim, a opinião pública divide-se quanto ao balanço entre riscos e oportunidades: GRAFISMO 7 apenas 11% são verdadeiros otimistas, GRAFISMO 8 32% adotam uma postura cautelosa e GRAFISMO 9 23% são críticos alarmados, antecipando quase só perigos. A conclusão é clara: a IA promete transformar, mas gera inquietações profundas. Há quem veja nela uma fonte de progresso, e outros que a consideram uma ameaça crescente à sociedade. Foto: ENVATO

Quase oito em cada 10 canadianos consideram que a inteligência artificial (IA) vai ampliar a desigualdade: os que dominam a tecnologia poderão prosperar, enquanto outros ficam para trás.  Apenas 31% pensam que a IA trará benefícios para todos.  Por outro lado, a esmagadora maioria, 86%, antevê perdas de postos de trabalho.

As preocupações não se ficam por aí. 95% dos inquiridos temem que a IA alimente a desinformação e   78% alertam para o elevado consumo energético desta tecnologia. Quanto ao uso pessoal, os mais abastados tendem a recorrer mais frequentemente à IA. 39% daqueles com rendimentos superiores a 100 mil dólares declaram utilizá-la várias vezes por semana, em contraste com apenas 24% nos escalões mais baixos.

No que toca a plataformas, o ChatGPT domina: 71% dos utilizadores admitem recorrer à ferramenta, enquanto apenas 40% usam o Gemini do Google. As aplicações pessoais variam bastante: saúde e bem-estar, planeamento de refeições, viagens ou investigação de compras estão entre as mais comuns, e os hábitos diferem conforme a idade e género.

Quando se questiona sobre confiança, há entusiasmo moderado: muitos confiam em IA para tarefas simples ou planeamento, mas desconfiam quando se trata de temas como saúde ou notícias, sobretudo relativamente aos riscos de fiabilidade.

Por fim, a opinião pública divide-se quanto ao balanço entre riscos e oportunidades:  apenas 11% são verdadeiros otimistas,  32% adotam uma postura cautelosa e  23% são críticos alarmados, antecipando quase só perigos.

A conclusão é clara: a IA promete transformar, mas gera inquietações profundas. Há quem veja nela uma fonte de progresso, e outros que a consideram uma ameaça crescente à sociedade.