Guerra na Ucrânia: Canadá vai banir importações de petróleo Russo

FOTO: ANITA ANAND TWITTER
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E foi anunciada mais uma medida do Canadá para fazer frente à Rússia de Vladimir Putin. O primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, anunciou que vai banir toda a importação de petróleo” russo, uma indústria da qual o presidente Putin e o Governo da Rússia beneficiam muito. Várias organizações, incluindo a LiUNA, continuam a manifestar apoio à Ucrânia nas redes sociais.

A NATO pode não querer entrar no conflito armado, mas ataca a Rússia de outra forma. O Canadá, por exemplo, vai banir a importação russa de petróleo. Este setor “representa mais de um terço da receita do orçamento federal russo, mesmo que o Canadá tenha importado apenas quantidades muito limitadas nos últimos anos, esta medida envia uma mensagem poderosa”, disse Justin Trudeau, primeiro-ministro canadiano, durante uma conferência de imprensa.

Em 2019, o Canadá importou quase 18 mil barris de petróleo russo por dia, ou cerca de 2,6% do total das importações de petróleo do Canadá, um total que caiu para praticamente zero em 2020, segundo o Governo de Trudeau.

“Vimos nos últimos dias que Putin cometeu um grande erro”, afirmou Justin Trudeau.

“Pensou que seria fácil conquistar a Ucrânia e assumir a sua capital. Pensou que o Ocidente estaria dividido e que tinha previsto todas as sanções que iríamos colocar em prática, ele estava errado sobre os dois pontos”, acrescentou o primeiro-ministro.

Entretanto, o Canadá anunciou um novo envio de armas para a Ucrânia, incluindo armas antitanque que vão ser entregues “o mais rapidamente possível”, disse a ministra das Forças Armadas, Anita Anand.

A generalidade da comunidade internacional respondeu com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais a Rússia.

Entretanto, a LiUNA, sindicato dos trabalhadores da construção civil da América do Norte deixou uma mensagem de esperança nas redes sociais ao povo ucraniano.

“Em nome da LiUNA, estamos juntos por uma resolução pacífica e pelo fim deste ataque violento e insensível a uma nação soberana que continua a ter um impacto devastador nas crianças, famílias e no povo e no país da Ucrânia. Isso deve acabar.

Fique forte Ucrânia”, termina assim o apoio manifestado ao país do leste-europeu.