Lisboa, 23 dez (Lusa) – O porta-voz do PSD Marco António Costa defendeu hoje que a requisição civil decidida pelo Governo da maioria justificou-se pela “intransigência total e absoluta” dos sindicatos dos trabalhadores da TAP e “em defesa legítima do interesse público”.
“Esta requisição surge face a uma intransigência total e absoluta, de diálogo, por parte dos sindicatos. Ainda recentemente o conselho de administração da TAP fez uma última tentativa de reconciliação e, à última hora, de forma completamente inopinada – ao que dizem as notícias por ação exclusiva de um dos sindicatos – acabou por não se conseguir um acordo. Se existe alguma intransigência negocial não é da parte do Governo ou da empresa”, afirmou, na sede dos Trabalhadores Sociais-Democratas, em Lisboa.
Os representantes dos funcionários da companhia aérea portuguesa vão hoje ainda decidir se avançam com uma ação cível contra a requisição civil decretada pelo Governo para os dias de greve, entre 27 e 30 de dezembro, em protesto contra a privatização da empresa.
