

Na próxima sexta-feira os professores arrancam com greve às avaliações. Recusam trabalhar 40 horas por semana e contestam a mobilidade especial.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) vai avançar com novos períodos de greve, por tempo indeterminado, em protesto contra a mobilidade especial, medida classificada como uma “antecâmara do despedimento”.
Os professores partem para a greve aos serviços de avaliação a partir de sexta-feira, por um período de oito dias. Segue-se uma greve no dia 17, quando se realizam os exames nacionais de Português, do Básico e do Secundário.“ Caso se mantenha a intransigência do Governo após a greve de 17 de junho, serão entregues novos pré-avisos de greve a partir de dia 18, até ao tempo que for preciso”, revelou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.
