
A Agência Canadiana de Serviços de Fronteira chegou a um acordo com o Governo federal na sexta-feira, depois da ameaça de greve. Estão agora resolvidos os problemas de milhares de residentes permanentes e viajantes dos Estados Unidos que se preparam para entrar no Canadá pela primeira vez desde o início da pandemia da Covid-19.
Foi uma longa espera, mas a Agência Canadiana de Serviços de Fronteira chegou a um acordo com o governo federal afastando assim a possibilidade de greve.
O novo acordo inclui aumentos no salário dos trabalhadores de, pelo menos, 2,2%; melhor proteção contra a “disciplina excessiva” no local de trabalho; um comité nacional para tratar de “problemas de cultura no local de trabalho”; bem como um auxílio-refeição pago.
Aproximadamente 9 mil funcionários votaram para começar uma série de ações em todo o Canadá na sexta-feira, 6 de agosto, deixando semirreboques e veículos de passageiros parados por várias horas em alguns dos portões internacionais mais movimentados do país.
Os funcionários da Agência Canadiana de Serviços de Fronteira são reconhecidos como trabalhadores essenciais, o que os proíbe de fazer greve total e sair do trabalho. No entanto, podem aplicar ações que causem grandes atrasos, como recusar-se a trabalhar horas extras, ou evitar fazer as perguntas do manual a todos os viajantes e exigir os recibos de tudo o que foi comprado fora do Canadá.
Tudo isto poderia causar atrasos de horas, prejudicando várias empresas.
Agora, já existe fumo branco entre Governo federal e trabalhadores e viajantes norte-americanos podem assim viajar para o Canadá, sem qualquer constrangimento.



