
Luanda, 31 out (Lusa) – O Governo angolano quer cortar quase 1.500 milhões de euros nos custos com o fornecimento de bens e serviços, no âmbito da estratégia para melhorar a situação económica e social do país no prazo de seis meses.
Em causa está o Plano Intercalar do executivo a aplicar até março, aprovado na primeira reunião do Conselho de Ministros presidida pelo novo chefe de Estado, João Lourenço, realizada a 10 de outubro, documento que reconhece que “algumas medidas de política necessárias e inadiáveis podem ser impopulares” e por isso “politicamente sensíveis”.
Uma dessas medidas refere a redução nas despesas com bens e serviços, em 30%, face aos valores do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2017.
