
Lisboa, 10 abr (Lusa) — A GNR encerrou este ano os quatro locais onde era feita a identificação de impressões digitais de suspeitos de crimes através de um sistema automático, por falta de manutenção, revelou a Associação Nacional de Sargentos da Guarda (ANSG).
Para a associação que representa os sargente da GNR, o encerramento das estações de Aveiro, Castelo Branco, Lisboa e Santarém, onde funcionava o AFIS (sistema automático de identificação de impressões digitais), vai “atrasar todo o processo de investigação criminal”, permitindo que muitos criminosos fiquem por identificar em tempo útil do julgamento.
Em funcionamento desde 2012 na GNR, o AFIS permite em poucos minutos identificar um suspeito através da introdução das impressões digitais, copiadas do local do crime, num computador.
