
Lisboa, 27 jan (Lusa) — O presidente da Federação Portuguesa do Táxi criticou hoje o facto de a lei que regulamenta o acesso à atividade não estar a ser aplicada por falta de entidade e referência multibanco para pagamento das contraordenações.
Carlos Ramos falava aos jornalistas após uma reunião no Ministério da Administração Interna com Ana Paula Lourenço, em representação da ministra Constança Urbano de Sousa, onde explicou ter deixado contributos e preocupações.
“Deixámos algumas dúvidas: se não há intenção de arrastar o procedimento de não cumprir com a lei com este subterfúgio. As polícias não estão autorizadas a trabalhar com dinheiro vivo. Desde o princípio chamámos a atenção do Instituto da Mobilidade e Transportes (IMT), que responde pelo Ministério do Ambiente, para este problema”, disse Carlos Ramos.
