Lisboa, 18 out (Lusa) — O consumo de 3.600 litros de água por um agregado familiar pode ter variações de preço até 12 euros por pessoa no concelho com tarifários mais desiguais tendo em conta a composição do agregado, segundo um estudo hoje divulgado.
A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) volta a promover o “Estudo da Água” para concluir que “em quase todo o país, os agregados maiores pagam mais do que um morador isolado, por pessoa e para um mesmo consumo”.
À semelhança do que já tinha acontecido na 1.ª edição, o município do Crato, distrito de Portalegre, volta a ser aquele que regista a maior disparidade de preços para um consumo igual mas agregados familiares de tamanho diferente.
