
Maputo, 29 mar (Lusa) – O cônsul geral de Portugal em Maputo considera que “faltam resultados nas investigações dos raptos em moçambique”, quando a capital moçambicana experimenta uma nova vaga deste crime e que no primeiro trimestre já atingiu três cidadãos portugueses.
“Não se veem condenações dos mandantes nem dos mediadores”, observou Gonçalo Teles Gomes, assinalando que as punições em tribunal de agente policiais envolvidos nas redes de raptos “evidentemente não tranquilizam”.
“Queremos pensar que a polÃcia está empenhada e faz tudo, nós reiteradamente oferecemos a nossa disponibilidade para ajudar o Governo moçambicano a combater esse flagelo”, disse o diplomata, acrescentando que esta persistente vaga de raptos “está a desestabilizar as famÃlias moçambicanas e expatriadas e a provocar um dano importante na imagem de Moçambique, até em potenciais investidores”.



