
O ex-vice-presidente da SNC-Lavalin, Stéphane Roy, que enfrenta acusações de fraude e suborno relacionadas com as negociações da empresa na Líbia, está a tentar fazer com que o caso seja desconsiderado devido ao que os advogados de defesa afirmam ser atrasos “irracionais”, uma vez que já passaram 60 meses sem julgamento.
A acusação alegou que as listas de evidências e testemunhas da procuradoria não são exatas, por isso, atrasos são comuns.
O caso do ex-presidente faz parte do mesmo processo que gerou polémicas em Ottawa, inclusive com o pedido de demissão da ex-procuradora geral da Justiça, Jody Wilson-Raybould, depois de um relatório apontar que teria sido pressionada por elementos da equipa do primeiro-ministro Justin Trudeau, a interceder para ajudar a SNC-Lavalin a evitar processos criminais.
No entanto, o julgamento de Roy está programado para começar no final de maio.
