EX-PASTOR CONDENADO PELA MORTE DA SUA MULHER

Foto: Facebook
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Procuradores argumentaram que o juiz de Ontário, encarregue do caso do ex-pastor condenado pela morte da sua mulher grávida, deveria ter em consideração que este a sedou sem o seu conhecimento levando a mesma ao afogamento na banheira, há quase oito anos.

Advogados de acusação e de defesa apresentaram argumentos relativos ao que o tribunal deveria considerar um facto ao condenar Philip Grandine, que foi considerado culpado, em fevereiro, do homicídio da sua esposa Anna Grandine. Os jurados tomaram conhecimento que poderiam condenar Philip Grandine se descobrissem que drogou secretamente a sua esposa com o medicamento para ansiedade, Lorazepan, ou se lho forneceu, ou até mesmo se tivesse conhecimento de que Anna Grandine tivesse tomado o medicamento e não tivesse feito nada para a impedir de entrar no banho sob a influencia da substancia. Os promotores argumentaram que o juiz deveria decidir que Philip Grandine administrou clandestinamente o medicamento mais conhecido como Ativan na sua mulher, depois de o roubar do seu local de trabalho com a intenção de a incapacitar. Pediram ainda ao tribunal que decidisse que Anna Grandine, não consumiu conscientemente a droga em qualquer altura.

Os promotores argumentaram que o juiz deveria decidir que Philip Grandine administrou clandestinamente o medicamento mais conhecido como Ativan na sua mulher, depois de o roubar do seu local de trabalho com a intenção de a incapacitar.

Pediram ainda ao tribunal que decidisse que Anna Grandine não consumiu conscientemente a droga em qualquer altura.