
Os jurados começaram ontem a deliberar sobre o caso de um ex-pastor de Toronto acusado da morte da esposa grávida há quase oito anos. Os promotores públicos alegam que Philip Grandine drogou secretamente a mulher de forma contínua para que ela estivesse menos atenta e não se apercebesse do romance extraconjugal que mantinha. A mulher foi encontrada morta por afogamento na banheira da casa. Num primeiro julgamento, foi condenado por homicídio involuntário, mas tendo a responsabilidade de a ter drogado e provocado o acidente que a matou. Grandine foi condenado a 15 anos de prisão. Na apelação, a defesa pediu a realização de um novo julgamento, alegando erros do juiz que presidiu o primeiro julgamento.
