
O Serviço Canadiano de Inteligência de Segurança (CSIS) avisou Trudeau sobre a alegada interferência da China nas eleições federais de 2019. A notÃcia é avançada pela imprensa canadiana. Ao que tudo indica, Pequim financiou secretamente uma rede clandestina de candidatos à s eleições.
Justin Trudeau foi avisado da alegada interferência chinesa nas eleições federais de 2019. A informação é avançada pela imprensa canadiana. Ao que tudo indica, o primeiro-ministro foi informado pela inteligência canadiana de que a China financiou uma rede clandestina de pelo menos 11 candidatos federais às eleições.
De acordo com a imprensa, foram entregues uma série de briefings e memorandos pela primeira vez em janeiro. Foram dados outros exemplos detalhados dos esforços de Pequim de aumentar a sua influência e de subverter o processo democrático do Canadá.
A imprensa cita informações recentes do Serviço Canadiano de Inteligência de Segurança (CSIS). Pequim terá pago, através de intermediários, a candidatos do Partido Comunista Chinês (PCC), alocando agentes aos escritórios dos deputados. O objetivo foi influenciar polÃticas, corromper ex-funcionários canadianos para obter influência em Ottawa e montar campanhas agressivas para punir os polÃticos canadianos que a República Popular da China (RPC) vê como ameaças aos seus interesses.
O CSIS recusa-se a responder a certas perguntas da imprensa, mas confirma que efetivamente houve interferência da China no Canadá, o que pode incluir financiamento secreto para influenciar os resultados das eleições.
Os briefings não identificam os candidatos envolvidos. Mas a alegada rede de interferência eleitoral incluiu membros dos partidos Liberal e Conservador, de acordo com fontes citadas pela imprensa.
Questionado pela imprensa, o gabinete do primeiro-ministro (PMO) não confirma se Trudeau foi avisado pela inteligência canadiana.
Também não responde a uma pergunta sobre a necessidade de regras federais mais rÃgidas contra a influência estrangeira na polÃtica do Canadá.



