
Lisboa, 19 mai (Lusa) — O ministro da Solidariedade, Trabalho e Segurança Social (MSTSS) defendeu hoje que a economia social não pode funcionar como um substituto do Estado e que o Estado tem de atuar como parceiro, apontando que as respostas sociais passam pelo setor público.
No encerramento da sessão de abertura do primeiro dia do encontro Portugal-Economia Social, que decorre entre hoje e sábado, em Lisboa, Vieira da Silva defendeu que “o Governo só pode ser um parceiro” da economia social, recusando que o terceiro setor sirva para substituir o Estado, com menos custos.
O ministro fez questão de frisar que essa não é a sua visão, defendendo que cada uma das partes, Estado e economia social, deve ter funções bem definidas e admitindo que “há pontos de contacto” e “fronteiras mais difíceis de traçar”.
