
Príncipe, São Tomé e Príncipe, 06 mar (Lusa) – A ilha do Príncipe, no golfo da Guiné, é hoje um balão de ensaio de desenvolvimento sustentável num projeto de uma multinacional tecnológica que quer conciliar naquele território a preservação da natureza virgem e a exploração turística.
“É uma ilha que o tempo quase esqueceu, com um ar pré-histórico e nuvens espessas sobre a floresta, com a selva junto ao mar. Uma ilha notável no meio do oceano”, disse, em entrevista à Lusa, Buster Howes, administrador da Here Be Dragons (HBD), do multimilionário sul-africano Mark Shuttleworth, um empreendedor digital que se apaixonou pelo território autónomo de São Tomé e Príncipe.
“As pessoas são benignas, genuínas e com sorrisos abertos”, afirmou o general britânico na reserva, que se encantou pelas “naturais qualidades da ilha, com praias desertas e um oceano azul”.
