CRISE CHEGOU ÀS ESMOLAS E AOS PEDITÓRIOS NAS IGREJAS

LusaRedação, 21 mar (Lusa) — A crise económica chegou às caixas de esmolas e peditórios nas igrejas portuguesas, que adotaram medidas de “contenção” e “redução de despesas”, havendo até párocos a “congelar” os seus salários nos Açores e no Alentejo.

Este é o retrato feito à agência Lusa por responsáveis de dez dioceses, onde, apesar das dificuldades, a população mantém o “espirito de missão”, na descrição do cónego Fernando Monteiro, da diocese de Braga.

Se é um facto que as paróquias se adaptaram à crise, os termos “contenção” e “redução de despesas” também entraram no discurso de quem administra as dioceses, como acontece na de Coimbra, nas palavras do seu administrador, diácono Luís Loulé.