
Redação, 05 nov (Lusa) — O dia ainda não “despertou” e já Joaquim Martinho, produtor pecuário na zona de Pavia, no concelho de Mora (Évora), anda pelo campo, a carregar e a distribuir água e comida pelos animais, devido à seca.
Em pleno outono, numa altura em que o gado já devia estar a comer erva crescida na herdade, se a chuva tivesse caído em abundância e o tempo não tivesse estado tão quente, a azáfama do agricultor é marcada pela seca e começa antes do nascer do Sol, repetindo-se várias vezes ao longo da jornada de trabalho.
Com recurso a tratores, Joaquim e os seus trabalhadores, espalham pelos solos, ainda áridos, suplementos alimentares comprados, como feno e luzerna, que o rebanho das 2.600 ovelhas de raça Merino Preto se apressa a comer.
