
Lisboa, 21 jun (Lusa) – Três anos após a última reunião ministerial lusófona sobre Ambiente, realizada em Maputo, os Estados-membros da CPLP estão ainda a ultimar as prioridades a desenvolver na cooperação no domínio das alterações climáticas, reconheceu hoje uma especialista brasileira.
Em declarações à agência Lusa, a diplomata e subchefe do Departamento de Mudança do Clima do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Patrícia Leite, garantiu que as autoridades brasileiras estão dispostas a apoiar ações de formação em vários Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mas que, para tal, é necessário conhecer as experiências de cada um dos “nove”.
Patrícia Leite falava à Lusa no final dos três dias do I Seminário do Núcleo Lusófono da Parceria para a Transparência nas Alterações Climáticas, que decorreu na sede da CPLP em Lisboa, na presença de responsáveis de todos os países da comunidade – Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.



