
Quase um terço dos canadianos já teve Covid-19. É o que revelam novos dados, obtidos através de análises ao sangue, que mostram o impacto drástico que a Ómicron teve na população.
Em mais de dois anos de pandemia, um terço da população canadiana já esteve provavelmente infetada, revelam pesquisas e vários especialistas.
Análises sanguÃneas da chamada soroprevalência, indicador que mede a intensidade de circulação do vÃrus, mostram que a rápida disseminação da variante Ómicron, altamente contagiosa, duplicou a taxa de infeção normal.
Até ao final de fevereiro, a soropositividade adquirida por infeção atingiu uma média de 23,7% nacionalmente – valor que duplicou em relação à taxa de janeiro. As informações constam do mais recente relatório dos Canadian Blood Services e da Canada’s COVID-19 Immunity Task Force.
O aumento de diagnósticos foi observado em todas as provÃncias, sendo que Alberta, Manitoba e British Columbia (B.C.) registaram as maiores taxas de soroprevalência no mês de fevereiro. O relatório não inclui o Quebec.
Os jovens canadianos dos 17 aos 24 anos apresentam os nÃveis mais altos de infeção natural, rondando os 36,3% em comparação com outras faixas etárias.
No Oeste do Canadá, o Centro de Controlo de Doenças de B.C., em parceria com a LifeLabs, rastreia anticorpos do coronavÃrus em amostras de sangue desde o inÃcio da pandemia. Também esta análise revelou o impacto drástico que a Ómicron teve na população.



