
Lisboa, 04 jan 2026 (Lusa) — O candidato presidencial João Cotrim de Figueiredo defendeu hoje que ser Presidente da República não é um prémio de carreira, nem ser facilitador de negócios ou ganhar tempo de antena para outras eleições.
“Para mim, ser Presidente da República não é um prémio de carreira. Para mim, ser Presidente da República não é continuar funções de comentador ou de facilitador de negócios. Para mim, ser Presidente da República não é para ganhar mais tempo de antena para outras eleições e, com isso, entregar a Presidência da República aos que representam o sistema e os interesses instalados”, garantiu Cotrim de Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal.
Durante a apresentação do Horizonte 2031 – lista de personalidades da sociedade civil que apoiam a sua candidatura, no Centro de Congressos de Lisboa, o também eurodeputado acrescentou que ser Presidente da República não pode significar ficar preso a lógicas partidárias, tricas políticas e aos interesses mais ou menos instalados.
“Ser Presidente da República é assumir o mais alto cargo da nação para servir com energia e os olhos postos no futuro Portugal e os portugueses”, assinalou.
Considerando que a sua candidatura é a única da esperança, do inconformismo, da energia, do otimismo e do futuro, Cotrim de Figueiredo apontou ainda a necessidade de acreditar num Portugal maior e melhor.
O candidato frisou não ter medo de enfrentar “os poderosos da economia e dos outros interesses”.
Num discurso de 30 minutos para uma sala onde estavam cerca de 400 apoiantes, o ex-presidente da IL sublinhou ainda não ter medo dos desafios, mesmo quando isso implica escolhas difíceis, nem ter medo de falar a verdade, mesmo quando possa ter custos eleitorais.
As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026.
Concorrem às presidenciais 11 candidatos, um número recorde.
Caso nenhum deles consiga mais de metade dos votos validamente expressos, realizar-se-á uma segunda volta a 08 de fevereiro entre os dois mais votados.
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