
Lisboa, 18 mai (Lusa) – O primeiro-ministro, António Costa, recusou hoje que sejam necessárias “medidas adicionais” para cumprir o défice e manifestou-se convicto de que em julho a Comissão Europeia dará “um novo passo de aproximação” à s previsões do Governo.
“As previsões da Comissão têm estado em evolução, aliás positiva. Começaram em 3,4, já vão em 2,7, diz agora que temos de alcançar uma meta de 2,3. A nossa meta no Orçamento, com as medidas que já temos é de 2,2. Nós continuamos tranquilos sobre a forma como o Orçamento tem vindo a ser executado. Não encaramos a necessidade de medidas adicionais para alcançar o objetivo que nos propomos, quanto mais para alcançar um objetivo menos ambicioso”, afirmou António Costa.
O chefe de Governo disse estar convicto de “que se tudo continuar a correr normalmente” na economia e na execução orçamental, em julho a Comissão estará “a dar um novo passo de aproximação” à s previsões do executivo português.



