
Lisboa, 14 nov (Lusa) – A Confederação Empresarial de Portugal (CIP) disse hoje que “tudo” fará para viabilizar um acordo de médio prazo em concertação social, mas sublinhou que, em matérias como o salário mínimo, não pode haver “mal entendidos” entre os parceiros.
António Saraiva, presidente da CIP, falou aos jornalistas no final de uma audiência de quase uma hora com o Presidente da República, no Palácio de Belém, em Lisboa, e não fugiu a questões em torno do aumento salário mínimo nacional.
Lembrando que há um acordo em vigor até final do ano, o responsável disse que a CIP não se importa de “definir um valor” para o médio prazo, “até 2019, 2020”, mas considerou que não pode haver “subterfúgios e mal entendidos” sobre os critérios para estipular esse valor: “produtividade, crescimento económico e inflação”.
