
Lisboa, 21 dez (Lusa) – Centenas de raparigas quenianas preparam-se para passar o Natal nas escolas, e não com as famílias, para evitar que os pais as sujeitem à mutilação genital feminina (MGF) durante as férias, noticia hoje a BBC.
Embora ilegal desde 2011 e sujeita a pesadas multas, a MGF continua uma prática comum em muitas partes do Quénia, onde uma em cada cinco mulheres entre os 15 e os 49 anos são excisadas, segundo números do governo.
Das mulheres excisadas com 20 e poucos anos, um quarto disse ter sido sujeita à prática entre os cinco a os nove anos, o que demonstra uma tendência para que as meninas sejam excisadas cada vez mais cedo.
