
Gondomar, Porto, 12 mar (Lusa) — Assunção Cristas justificou hoje a candidatura à liderança do partido com a sua experiência pessoal, familiar e até religiosa, bem como pela convicção de que a política não pode ser “uma atividade de má fama”, mas para os melhores.
“Hoje, também sou política e digo-o com orgulho, porque ser política e estar na política deve-nos entusiasmar a todos e ser um motivo de orgulho para todos, não é uma atividade menor, não é uma atividade de má fama, apenas para aqueles que não conseguem fazer outra coisa na vida, tem de ser para os melhores de nós”, defendeu Assunção Cristas, perante o 26.º Congresso do CDS-PP, que decorre até domingo em Gondomar (Porto).
Num discurso que começou pontualmente ao início da hora dos telejornais, 20:00, Cristas disse ter feito uma reflexão sobre se deveria ou não avançar para a liderança do partido: “Aqui estou convictamente, com muita vontade de trabalhar com todos, quero fazer pelo nosso país aquilo que pude fazer pela agricultura e pelo mar de Portugal”.
