
A ministra de Relações Externas, Chrystia Freeland, foi informada em memorando confidencial que um canadiano preso no estrangeiro fez alegações “sérias e confiáveis” de tortura. O nome do canadiano em questão e o país foram retirados da versão pública do memorando.
A denúncia foi feita em 2018, embora a data exata também tenha sido removida. O documento diz que o Grupo de Trabalho ad hoc do governo sobre tortura e maus-tratos analisou as alegações e “avaliou estas questões como sendo sérias e confiáveis”. Nos últimos anos, vários canadianos têm se queixado de tortura e maus-tratos em países como Síria, Sri Lanka, Egito e Irão. O memorando, intitulado “Alegações de tortura por um cidadão canadiano”, indica que o incidente alegado ocorreu após uma prisão, mas todos os detalhes do que aconteceu foram bloqueados pelas autoridades.
