
Lisboa, 08 out (Lusa) – O governador do Banco de Portugal defendeu hoje uma alteração legislativa que proÃba que um banco integre um grupo não financeiro, como era o caso do Banco EspÃrito Santo (BES) e do Grupo EspÃrito Santo (GES), para evitar contaminações.
“Há conclusões a tirar” do colapso do BES, afirmou aos deputados Carlos Costa, destacando que “não é admissÃvel que um banco, no futuro, faça parte de um conglomerado não financeiro como era o caso do BES”.
Para tal, é necessária uma alteração legislativa, sublinhou, porque num conglomerado de empresas financeiras e não financeiras, “há os problemas que se colocam fora do balanço, que não são detetados pela exposição”.



