
Lisboa, 13 out (lusa) – O depoimento de um responsável do BCP sobre a falsificação “grosseira” de uma garantia bancária, no valor de dois milhões de euros, dominou hoje a segunda sessão do novo julgamento do caso da Universidade Independente (UNI).
António Pedro Assis Oliveira, em representação do BCP (assistente no processo) recordou ao tribunal, presidido pela juíza Ana Peres, que o Banco foi confrontado, no decurso do caso UNI, com uma garantia bancária, de 2,1 milhões de euros, que, após averiguações, verificou-se ser um documento “forjado e falso, tratando-se de uma falsificação grosseira”.
Porém, adiantou, apesar da garantia bancária ser falsa, o arguido Amadeu Lima de Carvalho (acionista da SIDES, detentora da UNI) não deixou de intentar, sem êxito, uma ação executiva (de cobrança) sobre o BCP, num processo judicial ganho pelo BCP, mas que teve custos para a instituição bancária.
