
Lisboa, 18 abr (Lusa) — O diploma que revê as restrições dos direitos de voto nas instituições financeiras obriga os bancos a convocarem uma assembleia-geral para acabar com essa limitação, mas nessa reunião magna os acionistas votam com os votos correspondentes ao capital social que detêm.
Esta informação foi avançada à Lusa por várias fontes do setor financeiro, no dia em que o Presidente da República promulgou o diploma, que prevê a revisão das restrições dos direitos de voto de instituições, alegando razões de “interesse nacional” e considerando que não interfere com operações em curso.
Hoje soube-se que este diploma tinha sido aprovado pelo Governo na semana passada, ainda antes da rutura das negociações entre os dois principais acionistas do BPI, o espanhol CaixaBank e a angolana Santoro, sendo agora esperada a publicação em Diário da República.
