

As 11 autoestradas da Brisa perderam, no primeiro trimestre, 16293 carros por dia, face ao mesmo período de 2012. O tráfego médio diário caiu 8,8 por cento, segundo dados comunicados ontem pelo concessionário à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Os portugueses continuam assim a fugir ao pagamento de portagens, cujas receitas caíram um pouco menos no mesmo período, fixando-se em 8,6 por cento, fruto da subida de 2,03 por cento no início do ano.
As quedas de tráfego variaram entre um mínimo de 3,6 por cento, na A4, e um máximo de 16,1 por cento, na A13. A autoestrada com mais tráfego, a A5 (Lisboa a Cascais), perdeu mais de cinco mil veículos diários, caindo para uma circulação média de 54287 mil veículos.
Esta estrada registou um aumento de quatro por cento no início do ano, de 1,30 para 1,35 euros, devido aos acertos previstos na lei. De acordo como contrato, as portagens só podem aumentar em múltiplos de cinco, pelo que sempre que não atinge esse valor, o preço mantém-se. Neste ano, das 360 taxas, 41% (211) mantiveram-se inalteradas.
