
Porto, 25 set (Lusa) – A Assembleia Geral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional rejeitou hoje, por unanimidade, a antecipação de eleições, no âmbito da possível entrada imediata em vigor de uma norma que altera a composição e funcionamento dos órgãos sociais.
“Era uma questão puramente técnica relacionada com o artigo 84. Apesar de [Pedro Proença] ter colocado à assembleia geral essa possibilidade, foi entendido, por unanimidade, que a mesma norma só entrasse em vigor no próximo mandato”, explicou Sónia Carneiro, diretora executiva para a parte jurídica.
A direção, composta por Benfica, FC Porto, Sporting, Feirense, Desportivo Chaves, União da Madeira, Famalicão e Académico de Viseu interpretou a questão da mesma forma, pelo que “não está em causa a legitimidade dos órgãos”.
