
Lisboa, 11 nov (Lusa) — Três décadas depois da primeira missão internacional em Lugadjole, na Guiné-Bissau, a AMI já apoiou 82 países dos cinco continentes “sem olhar a credos, raças e regiões” e sempre com o mesmo objetivo: ajudar os mais vulneráveis.
“Foi uma missão histórica, extremamente difícil por várias razões. Primeiro, porque demorando os fundos da então Comunidade Europeia a chegar, a missão arrancou exclusivamente com fundos próprios da minha irmã Leonor, da Luísa Nemésio, hoje minha mulher, e sobretudo meus, numa altura em que ainda tinha o meu consultório no Algarve”, recorda o fundador da Assistência Médica Internacional (AMI), Fernando Nobre, num artigo publicado no ‘site’ da organização.
Depois, “as acessibilidades a Lugadjole eram muito duras e o isolamento, total”, conta o médico, lembrando o chefe de missão dos primeiros dois anos de missão, Jorge Gaspar.
