Luanda, 11 dez (Lusa) – O estigma e a segregação dos albinos ainda se sente entre a sociedade angolana, conforme testemunham dois jovens residentes em Luanda, portadores desta doença hereditária e que se queixam também das dificuldades financeiras para garantir cuidados médicos.
É o caso de Gracinda Kambundo, de 23 anos, mãe de dois filhos, que diz que comparativamente a outras regiões do país onde viveu, na capital angolana a discriminação é uma realidade.
“Aqui em Luanda tem mais discriminação, mas onde cresci no Cuanza Sul esse tipo de comportamentos raciais é quase que nulo”, começa por explicar a jovem, dona de casa, em conversa com a Lusa.
