ADVOGADO DE PAI ACUSADO DE MATAR BEBÉ EM OEIRAS DIZ QUE NÃO HÁ PROVAS CONTRA ARGUIDO

LusaCascais, Lisboa, 15 fev (Lusa) – A defesa do homem de Oeiras acusado de esfaquear mortalmente o filho de seis meses, em abril de 2015, disse hoje que não há impressões digitais na arma do crime e sublinhou o “historial alcoólico” do suspeito.

“A lei diz que o senhor João Barata está inocente. Até que alguém, neste tribunal, seja capaz de provar, com rigor de ciência, que este homem matou o filho, ele está inocente. Não há impressões digitais na faca do senhor João Barata”, afirmou Aníbal Pinto.

João Barata, de 34 anos, está a ser julgado em Cascais por um Tribunal do Júri, requerido pela defesa, composto por quatro cidadãos previamente selecionados e outros quatro suplentes.