
Nos Açores, a variante Ómicron da Covid-19 também tem preocupado as autoridades. Face ao aparecimento de casos na região, o secretário da Saúde do Governo açoriano fala num “processo natural da evolução do vírus”. Além disso, os Açores acabam de receber novamente a designação internacional de ‘Destino Turístico Sustentável’.
O Governo Regional anunciou que os Açores obtiveram o segundo nível de prata na certificação internacional como ‘Destino Turístico Sustentável’ da EarthCheck, de acordo com os critérios do Global Sustainable Tourism Council.
De acordo com a nota de imprensa do executivo açoriano, esta classificação “evidencia a evolução positiva do trabalho iniciado em 2017” e “reforça o posicionamento e a liderança dos Açores em matéria de sustentabilidade turística, destacando-se como o único arquipélago no mundo certificado” como ‘Destino Turístico Sustentável’.
O Governo Regional refere que é seu compromisso “atingir no prazo de três anos o nível de certificação de ouro, cumprindo com os requisitos do normativo e assegurando a responsabilidade com este processo de melhoria contínua”.
O secretário regional dos Transportes, Turismo e Energia, Mário Mota Borges, reconhece “o trabalho colaborativo e o envolvimento participativo de várias entidades públicas e privadas, que potenciou os resultados obtidos até ao momento neste processo de certificação”.
Face ao aparecimento, à data de quarta-feira, dia 15 de dezembro, de dois casos da variante Ómicron nos Açores, provenientes de residentes viajantes, Clélio Meneses, garantiu que “o que está a acontecer era previsível”, adiantando que a Autoridade Regional de Saúde já antecipou algumas medidas que não estavam antes em vigor, nomeadamente o uso obrigatório de máscaras em espaços fechados e a obrigatoriedade de teste ou de certificado de vacinação para eventos.
“O que está a acontecer é o processo natural da evolução do vírus”, garantiu o secretário regional da Saúde, relembrando o “alarme social” que surgiu com a estirpe inglesa e Delta.
Clélio Meneses assegurou que a Administração Regional de Saúde (ARS) irá continuar a acompanhar a situação, “de forma próxima e presente”, apelando para que as pessoas aceitem o reforço da terceira dose da vacina, uma vez que “os casos de maior gravidade da doença, neste momento, são de não vacinados”.



