
Bogotá, 26 dez (Lusa) — O avião da Lamia que se despenhou em 28 de novembro perto de Medellín provocando 71 mortos, incluindo a maioria dos jogadores do clube brasileiro de futebol Chapecoense, viajava com combustível no limite e excesso de peso.
De acordo com um relatório preliminar da Aeronáutica civil da Colômbia divulgado hoje, as gravações da cabina de pilotagem do avião boliviano indicam que o piloto e copiloto conversaram sobre a possibilidade de efetuar uma escala em Leticia (Colômbia) ou Bogotá “porque se encontrava no limite de combustível”, mas que não concretizaram.
“Estavam conscientes de que o combustível que tinham não era adequado nem suficiente”, afirmou o coronel Fredy Bonilla, secretário de Segurança aérea da aeronáutica civil, acrescentando que no decurso do voo o piloto, Miguel Quiroga, “decidiu regressar a Bogotá mas mais adiante alterou a sua decisão seguiu diretamente até Rionegro”, onde se encontra o aeroporto José María Córdova de Medellín.



