
Lisboa, 18 ago 2026 (Lusa) — O grupo de trabalho criado para estudar a sustentabilidade da Segurança Social defendeu hoje a adoção de planos de pensões profissionais de adesão automática, que permitem a renúncia.
Segundo o coordenador do grupo, Jorge Bravo, esta medida seria importante “para complementar a pensão pública, não para a substituir”, defendeu na apresentação do relatório hoje, em Lisboa.
Em causa estão “veÃculos de poupança para a reforma, em que os trabalhadores elegÃveis são inscritos por defeito, aquando da celebração de um contrato de trabalho, ou para os que já existem, é feita a inscrição automática, sendo elegÃveis para o sistema, mantendo estes, contudo, sempre a opção de, não querendo participar, exercer uma cláusula de renúncia”.
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