
Lisboa, 23 jun (Lusa) — O Ministério da Saúde explicou hoje que um aumento dos custos da saúde não significa necessariamente uma subida de impostos e que o Governo pretende ver discutida as várias formas de financiamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
“Os maiores custos produzidos pela saúde no futuro próximo (matéria indiscutível) serão suportados pelos impostos, a menos que os portugueses decidam outras formas de financiamento, e este debate está por fazer. Em todo o caso, maiores custos não significam automaticamente aumento de impostos (maior carga fiscal sobre os contribuintes), pois pode haver espaço para uma redistribuição das receitas fiscais”, esclareceu o ministério em nota enviada à comunicação social.
Esta explicação surgiu na sequência de declarações do ministro Paulo Macedo que, numa conferência em Oeiras, assumiu que os custos do Serviço Nacional de Saúde vão aumentar e que deve ser discutida a sua forma de financiamento.
