
Leiria, 28 mai (Lusa) — A procuradora-geral da República disse hoje, em Leiria, que cada vez mais são utilizados os meios informáticos na prática de crimes e admitiu que os meios disponíveis pelo Ministério Público para este tipo de investigação não são suficientes.
“Os dados que nos são transmitidos de viva voz pelos magistrados que trabalham na investigação criminal é de que, cada vez mais, são utilizados os meios informáticos e as plataformas [na prática de crimes]”, disse Joana Marques Vidal à margem da inauguração do Laboratório de Cibersegurança e Informática Forense, que resulta da cooperação do Instituto Politécnico de Leiria com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e Polícia Judiciária, para o combate ao cibercrime na componente forense.
A responsável afirmou, contudo, não ter números que permitam “identificar com clareza” o volume de crimes em que são utilizados estes meios informáticos.
