Braga, 12 mai (Lusa) – O Tribunal Judicial de Braga condenou hoje a 11 anos de prisão o alegado cabecilha de uma rede que se dedicava ao furto de cabos de cobre da Portugal Telecom (PT), em vários concelhos do Minho.
Outros elementos do grupo foram condenados a penas de prisão de oito anos, sete anos e meio e seis anos.
Um sucateiro de Guimarães, acusado de recetação do cobre furtado, foi condenado a uma pena de cinco anos de prisão, com pena suspensa.
