
Lisboa, 18 abr (Lusa) — Um estudo sobre crianças que foram sinalizadas pelas comissões de proteção de menores revela que esta intervenção diminuiu o impacto negativo dos maus-tratos que sofreram em termos da saúde física e mental.
O estudo de doutoramento realizado na Universidade do Minho visou avaliar o estado de saúde física e psicológica de jovens que foram sinalizados na infância pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) e a quem foram aplicadas medidas de proteção.
Para isso, foram consultados processos arquivados em CPCJ de 380 crianças, com idades entre os cinco e os 12 anos, sinalizadas entre 1999 e 2006.
