
Sevilha, Espanha, 14 abr (Lusa) – O ministro da Economia, António Pires de Lima, afirmou hoje, em Sevilha, que “não é simpático governar” com a intervenção direta de credores e que a presença da ‘troika’ em Portugal acelerou ajustes que também multiplicaram um custo social.
“Foi muito importante deixar há quase um ano o resgate, não é simpático governar com a intervenção direta dos credores, porque há uma presença permanente que é intrusiva”, afirmou Pires de Lima no Foro Joly, um fórum de debate empresarial realizado na Andaluzia, no qual participam cerca de 250 empresários portugueses e espanhóis e representantes institucionais.
O ministro da Economia português justificou ainda que a intervenção da ‘troika’ implicou avaliações e discussões, “em que no final há um caminho que implica cedência para que cada uma dessas avaliações tenham um resultado positivo”.



