
Lisboa, 24 mar (Lusa) — O secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) defende um acesso restrito à s instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS) ou uma “multa violenta” para os agressores de médicos.
Em entrevista à agência Lusa, Jorge Roque da Cunha, recentemente reeleito no cargo para o triénio 2015/18, lembrou que a agressão contra os profissionais médicos é um “crime semipúblico”.
“Basta haver uma queixa para que passe a haver o desenvolvimento do processo no Ministério Público, o que é positivo”, afirmou.



