
Pequim, 15 mar (Lusa) – O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, admitiu hoje que “não será fácil” a China crescer este ano “cerca de 7%”, mas salientou que o governo ainda dispõe de instrumentos para impulsionar o crescimento.
“A boa notícia é que nos últimos dois anos não recorremos a estímulos massivos para fomentar o crescimento económico. Isso possibilita-nos amplo espaço para exercer regulação macroeconómica e ainda temos à nossa disposição uma série de instrumentos políticos”, disse Li Keqiang.
O primeiro-ministro chinês falava numa conferência de imprensa realizada no Grande Palácio do Povo, em Pequim, após o encerramento da reunião anual da Assembleia Nacional Popular (parlamento).
