Porto, 07 mar (Lusa) — O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, disse hoje, no Porto, que em Portugal houve uma `troika´ de restrições e uma `troika´ de bem-fazer e de bem comum junto dos mais desfavorecidos.
“Houve uma `troika´ que veio impor restrições em troca dos empréstimos que fez, mas houve uma `troika´ não de restrições, mas de humanidade prática e efetiva junto dos mais desfavorecidos no terreno, uma `troika´ constituída pela Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, União das Misericórdias e União das Mutualidades”, afirmou no I Encontro Nacional das Instituições de Solidariedade.
Paulo Portas frisou que é do interesse do setor social que as finanças públicas não estejam “descontroladas” porque num “Estado em bancarrota todos ralham e todos têm razão, mas não há como distribuir pão”.
