
Lisboa, 04 mar (Lusa) — O reembolso antecipado de 14.000 milhões de euros ao FMI deve significar uma poupança de 700 milhões aos cofres do Estado, avançou hoje a presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), Cristina Casalinho.
“As poupanças são significativas e no cúmulo podem ser na ordem dos 700 milhões para o montante total”, de 14.000 milhões de euros, respondeu Cristina Casalinho aos jornalistas, no final da sua audição na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública.
Já o reembolso previsto para este ano permitirá uma poupança “na ordem dos 100 milhões de euros”, disse a presidente do IGCP.
