Maputo, 04 mar (Lusa) – O líder da Renamo, principal partido da oposição moçambicana, Afonso Dhlakama, acusou “radicais da Frelimo” de terem assassinado o constitucionalista moçambicano Gilles Cistac, alegando que se sentiram “chocados e incomodados” com as teses defendidas pelo jurista.
“Eu quero acreditar que os radicais da Frelimo sentiram-se chocados e incomodados com o facto de [Gilles Cistac] estar a defender um caso do povo moçambicano”, afirmou Dhlakama, na terça-feira, após um comício na província de Niassa, citado hoje na imprensa local.
Para o líder do principal partido da oposição, o jurista foi morto por ter defendido uma posição que acolhe constitucionalmente a exigência da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana).
