
Seguimos para os Açores. Vila Franca do Campo, em São Miguel, foi arrasada há 500 anos pelo sismo “mais destruidor” da história do arquipélago. No contexto das celebrações da chamada ‘subversão’ de Vila Franca do Campo, foi lançado este fim de semana um novo livro, intitulado ‘Romeiros de São Miguel – 500 Anos de História’. O Correio da Manhã Canadá acompanhou o lançamento da obra, no Convento de São Francisco.
‘Romeiros de São Miguel Arcanjo – 500 Anos de História’ – é este o nome do novo livro de Carlos Bolarinho Vieira, editado pela Câmara Municipal de Vila Franca do Campo.
A publicação está inserida nas comemorações dos ‘500 anos da Subversão’ de Vila Franca do Campo, em 22 de outubro de 1522.
A obra foi lançada no sábado, dia 22 de outubro, no claustro do Convento de São Francisco.
O livro é um testemunho na primeira pessoa sobre o que é ser romeiro desde os momentos que precedem a romaria, aos da romaria e o pós romaria.
começa por traçar o percurso histórico das romarias quaresmais, enriquecido pelos contributos de personalidades e investigadores que se debruçaram sobre as origens e evolução desta manifestação.
No segundo capÃtulo, Carlos Vieira procura contar a história e evolução da romaria da Vila, que seguiu de perto desde tenra idade.
Já o último capÃtulo do livro é dedicado à pós-romaria. O autor ressalta que o espÃrito das romarias não se esgota no final da quinta-feira santa do perÃodo quaresmal.
De recordar que os Romeiros de São Miguel são grupos de católicos. Organizados em ranchos por localidades, propõem-se a visitar, durante o perÃodo da quaresma, o maior número de igrejas e ermidas de São Miguel, cantando e rezando em todo o percurso.
Uma tradição também presente no Canadá, no seio da comunidade luso-canadiana. A Associação dos Romeiros Emigrantes de São Miguel, em Toronto, informou recentemente que os Romeiros de Toronto já estão em organização para a Romaria de 2023, depois de uma pausa de dois anos provocada pela Covid-19.



